Padre Romeu da Fonte morre aos 96 anos; era o mais antigo em atividade na Arquidiocese de Olinda e Recife
22/03/2026
(Foto: Reprodução) Monsenhor Romeu da Fonte em imagem de arquivo de 2019
Reprodução/TV Globo
O padre Romeu da Fonte, o mais antigo em atividade na Arquidiocese de Olinda e Recife, morreu aos 96 anos, na tarde deste domingo (22), às 16h20. Ele estava internado no Hospital Jayme da Fonte, no bairro das Graças, na Zona Norte da capital pernambucana, mas a causa da morte não foi divulgada.
Monsenhor desde 2005, quando recebeu esse título honorífico concedido pelo Papa Bento XVI, o Padre Romeu atuou como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Santa Luzia, no bairro da Torre, na Zona Oeste do Recife, por 67 anos (veja vídeo mais abaixo). A morte dele foi comunicada aos fiéis numa postagem do perfil da paróquia no Instagram.
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"Comunicamos, que agora, às 16h20, ao canto da Salve Rainha, monsenhor Romeu fez a sua Páscoa. Esse é um momento de profunda dor e consternação para toda paróquia, mas cremos em Deus! Cremos na vida que vem do redentor. Unamos-nos todos, em prece! Assim que for possível, comunicaremos os detalhes sobre os ritos funerais. Deus abençoe nossa paróquia e dê páscoa a nossa querido pároco", disse a postagem da paróquia.
A mensagem foi assinada pelo Padre Marcelo Júnior, que é administrador paroquial da Torre e ecônomo da arquidiocese. Informações sobre o local e o horário do enterro não foram divulgadas até a última atualização desta reportagem.
Monsenhor Romeu foi pároco da Igreja da Torre por 67 anos
Quem era Padre Romeu
De acordo com a Arquidiocese de Olinda e Recife, Padre Romeu da Fonte:
nasceu no dia 13 de maio de 1929;
foi ordenado sacerdote em junho de 1954, pelo arcebispo Dom Antônio de Almeida Morais, na Capela do Seminário de Olinda, no Grande Recife;
passou pelas paróquias de Afogados, na Zona Oeste do Recife; e Paudalho, na Zona da Mata de Pernambuco;
assumiu, em 1958, a Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Santa Luzia, onde permanecia desde então;
recebeu, do Papa Bento XVI em 2005, o título de monsenhor, que é um reconhecimento honorífico a quem exerce determinados ofícios eclesiásticos.
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