Polícia Civil cumpre mandados em operação que investiga roubos no interior paulista
22/01/2026
(Foto: Reprodução) Deic em Presidente Prudente; DIG; Dise
Polícia Civil
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Presidente Prudente (SP), realiza nesta quinta-feira (22) a segunda fase da operação Luxux Chronos. A ação visa aprofundar a apuração de roubos praticados no interior paulista por um grupo criminoso organizado que atua em diferentes cidades do estado de São Paulo.
Segundo informou ao g1 o delegado titular da DIG, Pablo França, até as 8h30 foram cumpridos dois dos quatro mandados de prisão expedidos e cinco mandados de busca e apreensão. As prisões ocorreram nos municípios de Santo Anastácio e na capital paulista, com apoio de equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e do Grupo Especial de Reação (GER).
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Um dos presos também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, após a apreensão de cocaína, anotações e outros petrechos durante o cumprimento do mandado. As buscas seguem em andamento para localizar outros dois investigados.
Ainda segundo França, novos objetos roubados foram recuperados nesta fase, mas o levantamento completo do material ainda está sendo realizado, já que as equipes atuam simultaneamente em diferentes regiões.
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Primeira fase identificou grupo criminoso
A primeira fase da operação Luxux Chronos aconteceu em 23 de dezembro, após a investigação de um roubo ocorrido no dia 26 de novembro, em Presidente Prudente. Na ocasião, quatro homens armados invadiram uma residência no Jardim Paulista, enquanto um quinto suspeito permaneceu do lado de fora dando apoio à ação.
As vítimas foram rendidas, amarradas, amordaçadas e amarradas, e os criminosos levaram joias e diversos pertences pessoais.
“A partir desse caso, a Polícia Civil identificou que o crime não foi isolado, mas fazia parte da atuação de um grupo estruturado, responsável por roubos semelhantes em várias cidades paulistas”, disse ao g1 o delegado titular da DIG.
Na primeira fase, cinco pessoas foram presas temporariamente, já que, além dos executores diretos dos roubos, havia integrantes responsáveis pela logística, como locação de imóveis, compra de alimentação e suporte operacional, justamente para evitar que os criminosos se expusessem nas cidades onde os crimes eram praticados.
Durante a análise do material apreendido e dos depoimentos colhidos, a polícia conseguiu recuperar parte dos objetos roubados, como relógios, bebidas e outros pertences das vítimas, além de identificar a possível ligação do grupo com outros roubos em cidades do interior paulista.
As prisões temporárias da primeira fase foram prorrogadas por mais 30 dias, período em que o inquérito será concluído, conforme afirmou o delegado. A Polícia Civil deve representar pela prisão preventiva dos investigados, para que permaneçam presos até o julgamento dos processos.
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